Na verdade não. Pelo menos não que a Apple tenha confirmado ou, até mesmo, sugerido o desenvolvimento deste produto, pois por mais que o vídeo apresente um projeto que tem todo o posicionamento e a identidade, isto é, a “cara” da marca, a criação da idéia e a produção do vídeo vieram de um fã da empresa e não da própria organização.
Isso mostra que a relação entre marcas e consumidores, agora, não se restringe à compra, por parte do cliente, e à venda e o desenvolvimento de produtos e idéias por parte da empresa. Esta relação se transformou em uma via de mão-dupla, em que empresas não só falam, mas também ouvem, não só vendem, mas também compram idéias. Os consumidores, dessa forma, ultrapassaram as funções de comprador e receptor e se tornaram emissores e criadores de mensagens, informações e idéias, enxergando as marcas como pessoas e, conseqüentemente, integrantes da nossa sociedade, assim julgando, odiando ou amando-as.
Depois disso nos perguntamos: e a Apple? Será que ela vai “comprar” essa idéia?
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